
A agência iinterativa produziu esse infográfico bem interessante que ilustra os perfis mais irritantes do Facebook. O infográfico foi baseado em uma pesquisa recente do Daily Mail. Na minha opinião ainda faltaram os torcedores fanáticos, compartilhadores de tragédias (pessoas e animais dilacerados), pregadores religiosos, revoltados com política (não que eu concorde com a política no nosso país), entre outros.
Confiram abaixo.


Você se acha um Apple maníaco? Será que você é tão fã quanto parece?
O pessoal da Mackeeper criou esse infográfico abaixo com um pequeno questionário de 16 perguntas, que vai testar o seu real “fanatismo” pela Apple.
Responda o questionário e nos diga quantos pontos você fez


Uma das rivalidades mais antigos do mundo geek (lembrando que geek e nerd são coisas diferentes) é a famosa briga entre os fãs de Star Wars e Star Trek.
Para tentar ilustrar um pouco essa rivalidade, o infográfico abaixo ilustra de uma forma simples, os números baseados na popularidade da cultura pop.

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O infográfico abaixo conta alguns fatos interessantes sobre a história da Internet.

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Você consegue se identificar em algum dos estereótipos abaixo?

Via ORSYP

Sem dúvida a música nos torna mais inteligentes, pois a música requer criatividade e bons conhecimentos em matemática. Por exemplo, quando você está lendo uma partitura e tocando, você está fazendo várias tarefas simultaneamente, o que é um processo que estimula várias partes do seu cérebro ao mesmo tempo.
O infográfico abaixo ilustra o quanto que a música esta presente em nossas vidas e o quanto ela impacta na nossa inteligência. Confira abaixo.

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O site inglês Which? resolveu comparar os principais tablets de mercado em um teste de duração de bateria. Os tablets foram separados em dois grupos, sendo um grupo de tablets de 10″ e outro com tablets de 7″.
Os tablets foram configurados exatamente com o mesmo brilho de tela, que foram calibradas com um instrumento específico. Após isso, os tablets foram utilizados para navegar na internet via wifi até as baterias acabarem. Para a surpresa de alguns, ambos modelos de iPad (o novo e o mini) não só ganharam o teste, como deram um “banho” na concorrência nesse quesito, com mais de 4h adicionais no modelo com tela retina de 9.7″ e mais de 3h adicionais no modelo Mini com tela de 7.9″.
Confira os resultados nas tabelas acima e abaixo.


Quem nunca levou o notebook, smartphone ou tablet para a cama que atire a primeira pedra!!! Segundo esse estudo apresentado no infográfico abaixo, ficar “encarando” a tela de um computador ou smartphone/tablet pode afetar diretamente o seu sono. De todas as pessoas entrevistadas, 95% afirmaram que utilizam seus gadgets na cama, seja pra acessar o Facebook, ler emails, etc.
A pergunta que resta é, como isso pode afetar o nosso sono? Primeiramente, quando a sua mente está obcecada em checar mensagens constantemente, isso não é saudável. Uma a cada duas pessoas entrevistadas afirmam que se levantarem no meio da noite por qualquer motivo, o celular é a primeira coisa que elas pegam.
Mas e se estivermos assistindo um vídeo? O fato é que a exposição por duas horas a iluminação eletrônica de uma tela reduz os níveis de melatonina em 22%! Isso afeta tanto o seu sono como também afeta os sintomas de stress e depressão. Isso quer dizer que não devemos utilizar os nosso gadget? Não, mas reduzir o brilho da tela e não utilizá-los muito próximos aos olhos já é um excelente começo.
E você utiliza muito os seus gadgets na cama?

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A Bit9, empresa de segurança especializada em ameaças, analisou as permissões que os aplicativos presentes na loja do Google utilizam, e descobriu que 26% (mais de 100 mil) deles acessam informações pessoais dos donos de dispositivos com Android. Por conta disso, a empresa classificou 25% dos apps como “suspeitos” ou “questionáveis”, e diz que pelo menos 285 utilizam mais de 25 permissões de sistema para funcionar.
Segundo o estudo, a permissão mais comum é o aplicativo pedir acesso à localização do indivíduo via GPS (42%), seguido de informações de números de telefone (31%) e informações pessoais (26%).
A Bit9 afirma que pelo menos 72% dos apps requerem ao menos uma permissão potencialmente perigosa, sendo que somente 24% disponibilizam algum tipo de controle ao usuário (a Apple implementou um controle para prevenir esses acessos sem conhecimento do usuário no iOS6, onde todo app que precisa acessar informações do aparelho precisa solicitar autorização do usuário para acessar essa(s) informação(ões).
Confiram o infográfico completo abaixo (clique na imagem para ampliar).


Uma das coisas que a tecnologia ainda não conseguiu melhorar, ou até mesmo eliminar, são as famosas senhas. Utilizamos o mesmo sistema de senhas em nossos cartões de crédito e débito desde que os mesmos foram criados. Tá certo que hoje temos cartões com chip, mas a necessidade de uma senha ainda existe e provavelmente continuará a existir por um bom tempo.
O grande problema é memorizar diversas senhas diferentes. Outro dia eu estava em um estabelecimento fazendo uma compra, quando uma senhora tirou um papel de sua carteira com todas as senhas para que ela pudesse realizar a compra. Ou seja, se ela for roubada, os ladrões vão fazer a festa (literalmente).
Confira esse infográfico abaixo, que analisa as senhas mais utilizadas, mostra alguns fatos interessantes e como podemos proteger as nossas senhas. (clique na imagem para ampliar).

Via BackgroudCheck.org